18 de agosto de 2009

Filhos pobres de um Pai Rico



Provérbios 6:10 - Um pouco a dormir, um pouco a tosquenejar; um pouco a repousar de braços cruzados;

Este provérbio, junto com o de versículo 11, brinca com um interessante jogo de palavras que descreve o crente preguiçoso. Ele quer dormir, tosquenejar e cruzar os braços.

O cristão desanimado é assim. Ele vive dormindo na fé. Não entende as coisas espirituais, não discerne a vontade de Deus. Quando é necessário estar atento as ciladas do diabo, ele fica tosquenejando. Cada vez que pisca os olhos, com sono, o adversário vem e lhe rouba algo que o Senhor planejou para sua vida. E nos momentos em que poderia lutar pela causa do reino, ele cruza os braços. Coitado, não tem forças para batalhar pela fé que uma vez nos foi dada (Jd 3).

O resultado disso é narrado no versículo 11: “pobreza” e “necessidade”. Nós, crentes, corremos este risco: sermos filhos pobres de um Pai Rico.

Se levante do sono espiritual, em nome de Jesus Cristo! O Pai tem riquezas espirituais para lhe dar!

Deus te abençoe!
Na FÉ

17 de agosto de 2009

A Tua Presença


Eu quero mais que a nuvem
Sobre o tabernáculo
Eu quero mais que ouvir falar dos Teus feitos
Eu quero mais que entrar no Santo dos Santos
Eu quero tocar a Tua Presença

Eu não sou nada
Sou servo e nada mais
Sou como a erva do campo
Que logo murcha e cai
Sou feito de barro
Mas deixa-me tocar a Tua Presença

O homem só está de pé
Prostrado aos teus pés, total dependência
O justo vive pela fé
Não quero ouvir só falar de Ti
Hoje eu vim tirar virtude da Tua presença


*Gisele Nascimento - A Tua Presença

15 de agosto de 2009

Os frutos da espera

Porque toda semente precisa morrer para gerar vida e frutificar

Todos nós, em algum tempo de nossa vida, já esperamos ou esperaremos por alguma coisa. Por um emprego, um amigo, uma cura, um casamento, um filho... Por mais que já tenhamos realizado inúmeros sonhos em nossa vida, muitos outros certamente virão. Sempre teremos a necessidade de algo novo, pois quanto mais temos, mais queremos. E nesse anseio, esperamos.
Esperar requer tempo – tempo este que nem sempre depende de nós e que muitas vezes não estamos dispostos a esperá-lo. Esperar requer fé, o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que não se vêem. Esperar requer, sobretudo, confiar em Deus que, muitas vezes, trabalha em silêncio.

Aqueles que entendem o propósito da espera são capazes de esperar com alegria a despeito do quão difícil isso seja, porque se fortalecem em Deus. Outros, no entanto, aprendem da maneira mais difícil, porque tentam “apressar Deus”, acreditam que podem ajudar Deus a agir, e o resultado é sempre desastroso.
A Palavra do Senhor nos revela, no Salmos 103.14, que ele conhece a nossa estrutura e sabe que somos pó. Somos tão frágeis! Você já viu como o dicionário define a palavra “pó”? Como “uma finíssima partícula de terra seca; qualquer coisa sólida que foi submetida a moagem, a trituração”. Assim somos nós: terra seca, sedenta de água, moídos e triturados.


Nessa nossa fragilidade, somos desafiados a esperar o tão sonhado emprego, o tão sonhado casamento, o tão sonhado filho. É por isso que há uma promessa maravilhosa nos Salmos 126 dizendo que quando o Senhor nos trouxe do cativeiro de volta a Sião ficamos como quem sonha, porque nossa língua se encheu de cantos de alegria e assim os povos diziam “grandes coisas fez o Senhor por nós e por isso estamos alegres”.
Nossa vida de espera, está debaixo da lei espiritual que diz que tudo aquilo que o homem semear, isto também ceifará (Gl 6.7). É uma questão de escolha. Se esperamos no Senhor, do Senhor receberemos. Se esperamos do mundo, do mundo receberemos. No entanto, Deus quer vivamos a promessa do Salmos 126, que diz: “Os que semeiam em lágrimas ceifarão com alegria. Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos.” (Salmos 126.5-6).

Temos que ser como sementes que, para brotarem, têm que morrer. Para brotar, a semente precisa crescer e se tornar uma árvore; precisa ser bem cuidada, necessita de água, de calor, de oxigênio, de elementos que darão a vida para que ela sobreviva, cresça e dê muitos frutos. Assim como a semente depende de alguém que cuide dela a fim de que ela cresça, assim também nós dependemos do Senhor – da sua luz, do seu calor, do seu sopro para crescermos e darmos frutos no tempo devido. Tudo é uma questão de tempo. A diferença entre nós e uma simples semente é que ela não tem vontade própria, ou seja, ela não tem como dizer ao seu Criador: “Não quero que você cuide de mim”. Nós, porém, temos esse poder de decisão. Quando esperamos algo de Deus, dizemos a ele: “Está demorando demais. Não quero que cuide de mim, posso me virar sozinho”. Nós buscamos isso, e isso é o que vamos colher.
Quais são as nossas condições hoje para recebermos a promessa? Será que estamos prontos para recebermos aquilo que Deus já reservou para nós? Você está preparado para colher os frutos da promessa? O que você fará depois com eles?
Muitos quando recebem uma bênção, se esquecem de Deus, de continuar buscando a presença dele, de forma intensa, quando o faziam no período de espera. Será que podemos dizer: “Senhor, muito obrigado por esta bênção. Continuo confiando em ti. Agradeço por continuar a confiar em mim!”?


É preciso morrer como a semente. Morrer para si mesmo e ter a esperança de colher os frutos no tempo devido. Morrer para o mundo, se ver como pó; crer e esperar que a bênção de Deus enriquece e não acrescenta dores.


Quem há de morrer para a própria vontade a fim de que se manifeste a glória e o poder de Deus?

Na FÉ

11 de agosto de 2009

Em Jesus temos o SIM



Pode ser que neste dia você tenha se levantado um pouco abatido. Com um pesar imenso no coração, sem expectativa alguma de melhora. A avaliação da sua vida vem sendo sempre negativa, e você já não sabe mais o que fazer.

Eu fiquei agora a pensar quantas vezes não estive do mesmo modo. Nós temos um defeito grave de sempre expandir nossas expectativas, e quando parece que elas se tornam tão distantes, rapidamente nosso coração se enche de dor. Quando isso ocorrer, pode ser que este verso seja suficiente para acalentar seu coração.

Veja o que a Palavra de Deus afirma: que em Cristo Jesus houve o “sim”. Com respeito a nossa salvação eterna, o Filho de Deus disse sim. Sabe o que isso significa? “Sim”, Ele tem interesse real em te salvar! “Sim”, Ele pode e quer te curar! “Sim”, Ele planejou um futuro de bênçãos insondáveis para você! “Sim”, Ele permitirá provações enormes para que você, as vencendo, possa amadurecer! “Sim”, Ele estará ao seu lado quando sua fé esfriar e você precisar de conforto...Pode ser que o homem tenha lhe dito um não; mas em Cristo Jesus nós sempre encontraremos um “sim”, em tudo aquilo que for para glória dEle!

"Porque o Filho de Deus, Jesus Cristo, que entre vós foi pregado por nós, isto é, por mim, Silvano e Timóteo, não foi sim e não; mas nele houve sim." (2 Corintios 1.19)

Deus te abençoe!

10 de agosto de 2009

O Maior Sanduíche do Mundo


Quando Jesus disse aos discípulos que uma multidão com mais de cinco mil pessoas devia ser alimentada por eles, a reação foi de estranheza. A reação de André foi até estapafúrdia: "Aqui está um rapaz com cinco pães de cevada e dois peixinhos - mas o que é isto para tanta gente?" (João 6:9).

Quase todo crente sincero já passou por situações difíceis, nas quais as palavras do Mestre pareceram não se encaixar. Quantos de nós, diante de problemas prementes, olhamos honestamente para as "soluções" da Bíblia e, com muita preocupação, tememos que as propostas bíblicas não sejam soluções. Afinal de contas, a pergunta de Filipe tinha lógica: ainda que tivéssemos "duzentos denários", a fome do povo continuaria...

Felizmente, o evangelista João apressou-se a esclarecer: Jesus "já tinha em mente o que fazer". Nas crises de nossa vida, Jesus sempre sabe o que fazer. O que Ele quer é testar nossa dedicação a Ele e ao Seu poder de resolver nossos problemas. Quando fugimos para um canto e, às escondidas, comemos nosso sanduichinho de cinco pães e dois peixes, a multidão continua com fome. Quando, apesar de não entendermos muita coisa, temos a coragem de entregar a Jesus o pouquíssimo que temos, o Mestre transforma nossa pequena oferta no maior sanduíche do mundo!
"Está aqui um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos; mas que é isto para tantos?" (João 6.9)

Na FÉ


9 de agosto de 2009

Para que dê mais frutos




Não se exige de uma árvore frutífera que ela produza corrente elétrica. Dela também não se espera que corra mais que uma gazela. Na natureza, existe um mínimo de coerência, que todo mundo espera. Este mínimo de coerência também é exigido do comportamento cristão.

O fruto dá testemunho tanto da natureza da árvore, quanto da qualidade da árvore. O “fruto” da conduta cristã deve caracterizar-se por exibir a essência de Cristo e a qualidade de Cristo. Dar fruto é dar testemunho. O fruto do crente dá bom testemunho quando ostenta o odor espiritual de Jesus, o sabor saudável da comunhão com o Senhor. Quando isso acontece, o Senhor nos limpa, nos poda da folhagem desnecessária, para que possamos dar ainda mais fruto.

Mais de uma vez Jesus usou a imagem da árvore com frutos, para ilustrar o testemunho do cristão: “... e todo (ramo) que dá fruto Ele limpa, para que dê mais fruto ainda” (João 15:2).



Texto de Pr Olavo Feijó

8 de agosto de 2009

QUANDO DIGO DEUS



Quando digo Deus... os olhos se fecham, e a luz me ilumina

Quando digo Deus... vejo meu tamanho real e me espanto com minha vaidade

Quando digo Deus... minha ignorância me envergonha

Quando digo Deus... meu orgulho se abate

Quando digo Deus... minha angústia de futuro se alivia

Quando digo Deus... a correria desenfreada da vida perde o sentido

Quando digo Deus... a ambição que atormenta desaparece

Quando digo Deus... a arrogância... se dissolve no ar

Quando digo Deus... a prepotência... se desfaz na poeira

Quando digo Deus... os caminhos se abrem para novos destinos

Quando digo Deus... a chama do amor começa a aquecer devagar

Quando digo Deus... a vida se transforma numa caminhada mais leve

Quando digo Deus... olho meus companheiros com esperança e afeto

Quando digo Deus... os braços se abrem para a vida

Quando digo Deus... o pão fica mais saboroso em minha boca

Quando digo Deus... o canto embala o meu trabalho

Quando digo Deus... o sono vem e alivia o meu cansaço

Quando digo Deus... o abraço e o beijo se purificam

Quando digo Deus... minha voz é uma canção levada pelo vento

Quando digo Deus... a noite cai em silêncio, e a paz invade meu coração

Quando digo Deus... é como se visse o milagre do amanhecer

Quando digo Deus... não preciso dizer mais nada

Quando digo Deus...

Eu já falei tudo...



Josiele Ambrosio

7 de agosto de 2009

Colocar em Prática

De que vale ter todo um conhecimento teórico se na hora da prática a pessoa fica acuada?

A única maneira de conhecermos o real poder da mudança que temos em mãos é agindo. Um cirurgião novato pode ter o mesmo conhecimento técnico de um veterano, mas o veterano tem prática. É diferente saber operar um coração e já ter operado vinte vezes. Certamente o veterano saberá lidar com as surpresas no momento da cirurgia.

Se hoje, você não age para solucionar os problemas da sua casa, loja, empresa, ou qual seja sua fonte de renda, como poderá expandir seus negócios e lidar com as surpresas econômicas que surgem no dia-a-dia?
As atitudes que hoje tomamos para solucionar nossos problemas nos tornam mais experientes para resolver situações maiores amanhã. Se não há prática sempre ficaremos olhando os mesmos problemas como se fossem gigantes.

O que mais temos visto na sociedade são pessoas que mesmo sem qualquer formação, mas com ação prática tem vencido, enquanto outras, formadas, cheios de conhecimento esperam cair do céu um reconhecimento que não virá sem que existe a execução de tudo que aprenderam.

Você está colocando em pratica tudo o que Deus tem lhe ensinado ou tem ficado na teoria?

Os ensinamentos de Deus não foram feitos para ficarem engavetados ou trancafiados em armários, mas sim para serem colocados em prática. Somente agindo é que as promessas de Deus deixarão de ser teorias em suas vidas, em nossas vidas.

Somente através de atitudes práticas é possível vencer as dificuldades vigentes no mundo atual. A prática nos encoraja.

"Se te fadigas correndo com homens que vão a pé, como poderás competir com os que vão a cavalo? Se em terra de paz não te sentes seguros, que farás na floresta do Jordão? (Jeremias 12.5)"

Na FÉ
Josiele Ambrosio

6 de agosto de 2009

Não apenas ouvintes...

Tiago foi um cristão preocupado com a qualidade espiritual da vida diária. Para ele, a conduta do crente deve estar de acordo com sua profissão de fé: “Sejam praticantes da palavra e não apenas ouvintes, enganando-se a si mesmos” (Tiago 1:22).

Nossas igrejas desenvolveram, através dos tempos, uma cultura de ouvintes. Muito dos comentários que ouvimos, após os cultos, é sobre a qualidade do sermão – se foi “bonito”, “bem preparado”, “contextualizado”... Se perguntarmos sobre a mesma pregação na segunda-feira seguinte, ou, pior ainda, na quinta-feira de manhã, ninguém ficará surpreso se as respostas forem vagas ou superficiais. Só que, aparentemente, ninguém está ligando para isso: nosso negócio é ouvir. É apenas ouvir.

Foi para nós que Tiago escreveu sua carta. Porque, desde o primeiro século, ele quis nos ensinar que apenas ouvir a Palavra não nos ajuda a crescer espiritualmente. Apenas ouvir tende a nos fazer insensíveis cristãmente. Apenas ouvir reduz a Palavra ouvida a uma quantidade de sons sem sentido e, acima de tudo, sem nenhum poder do Espírito. Quando a Bíblia diz “quem tenha ouvidos para ouvir, que ouça”, seu desfio é para a nossa prática. Seu desafio é para não sermos “apenas ouvintes”.

Na FÉ

5 de agosto de 2009

Tanto faz, dois ou cinco...


Na parábola dos talentos, o mesmo tipo de elogio dado ao servo que trabalhou cinco foi feito ao servo que trabalhou dois: "O Senhor respondeu: Muito bem, servo bom e fiel! Você foi fiel no pouco, eu o porei sobre muito. Venha e participe da alegria do Seu Senhor!" (Mateus 25:21 e 23).

Em nossa vida cristã. Temos a tendência de dar mais valor à quantidade. Valorizados são aqueles com maiores ofertas financeiras. Ou com o maior número de reuniões frequentadas. Ou com o maior número de orações "respondidas". Na visão quantitativa, cinco deve receber mais elogios do que dois...

A postura do Senhor Jesus, nesta parábola e em outros contextos, foi a de ênfase sobre a qualidade. Para o Senhor, a importância está na fidelidade. Somente recebe responsabilidade maior aquele que agiu com fidelidade na responsabilidade menor. Nossos talentos nos foram dados pelo Senhor. Nosso dever - e privilégio - é multiplicá-los em nome do Senhor. Dois, vinte e dois, dois mil e dois - a quantidade não interessa. O que vale é nossa atitude de fidelidade...

Texto de Pr Olavo Feijó

3 de agosto de 2009

NÃO às Lamentações!

Antes de começar a escrever hoje aqui, eu passei no Blog de um grande amigo que tinha acabado de postar uma mensagem....e adivinha? Mudei minhas palavras.
Esse espaço é meu, eu escrevo aqui o que eu quiser...pode ser mensagens de fé, vídeos, musicais, poemas, declarações, e hoje eu ia escrever como eu estou me sentindo. Ia reclamar da minha vida, dos meus problemas, ia chorar minha situação, mas a mensagem do meu amigo dizia que se nós soubéssemos da força que temos em nós, jamais lamentaríamos nossos problemas. Infelizmente esse é um problema que eu tenho que aprender - parar de reclamar e de se lamentar - Se eu tivesse um filho que só reclamasse da vida pra mim, eu não aguentaria!


O diabo sabe muito bem se aproveitar desse tipo de situação para que a gente fique ainda pior...ontem eu chorei todas as lágrimas que eu tinha e hoje acordei muito melhor como se nada tivesse acontecido, mas por que?
No momento da minha angústia, em que parei pra pensar no que eu venho passando, a sensação de tristeza só ia aumentando e nada me fazia parar de chorar, justamente porque tudo de ruim que está acontecendo vinha em meus pensamentos, e aí eis o motivo porque muitas pessoas tiram suas vidas...nessa hora tudo que a gente quer é sumir, e aí me lembrei da palavra do pastor da minha igreja numa reunião, o qual ele dizia que quando estamos no fundo do poço, a primeira coisa que devemos fazer é Parar de Cavar! Ou seja, parar de se lamentar, de reclamar e de chorar...


Portanto, Deus sabe de todas a coisas. Com certeza Ele sabe porque estou passando por tantas coisas e diante disso se eu continuar a me lamentar, as coisas nunca vão mudar!
Toda vez que vier esses pensamentos, devo lembrar que tenho que ocupar meus pensamentos com as Coisas do Alto ao invés de ficar reclamando da vida e da minha situação.


Na mensagem do meu amigo ele diz em um trecho:"Nunca permita que seu coração seja oprimido com preocupações deste mundo, porque o diabo sabe aproveitar essa fraqueza humana. Em vez disso, vamos partir para o objetivo maior: ganhar almas" ...
Esse texto dele foi de grande valia pra mim, e essas coisas que eu li e que também escrevi, eu já estou cansada de saber, mas graças a Deus a palavras não morrem, e elas sempre estarão em algum lugar pra nos fortalecer!
Se você ficou interessado no Blog do meu amigo e quiser conferir

Com certeza terá uma mensagem de FÉ pra você.