5 de agosto de 2009

Tanto faz, dois ou cinco...


Na parábola dos talentos, o mesmo tipo de elogio dado ao servo que trabalhou cinco foi feito ao servo que trabalhou dois: "O Senhor respondeu: Muito bem, servo bom e fiel! Você foi fiel no pouco, eu o porei sobre muito. Venha e participe da alegria do Seu Senhor!" (Mateus 25:21 e 23).

Em nossa vida cristã. Temos a tendência de dar mais valor à quantidade. Valorizados são aqueles com maiores ofertas financeiras. Ou com o maior número de reuniões frequentadas. Ou com o maior número de orações "respondidas". Na visão quantitativa, cinco deve receber mais elogios do que dois...

A postura do Senhor Jesus, nesta parábola e em outros contextos, foi a de ênfase sobre a qualidade. Para o Senhor, a importância está na fidelidade. Somente recebe responsabilidade maior aquele que agiu com fidelidade na responsabilidade menor. Nossos talentos nos foram dados pelo Senhor. Nosso dever - e privilégio - é multiplicá-los em nome do Senhor. Dois, vinte e dois, dois mil e dois - a quantidade não interessa. O que vale é nossa atitude de fidelidade...

Texto de Pr Olavo Feijó

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