24 de março de 2011

Apenas Refletir

Essa mensagem é apenas para refletir...

"Chegada a hora sexta, houve trevas sobre toda a terra até a hora nona. A hora nona clamou Jesus em alta voz: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?
Alguns dos que estavam ali, ouvindo isto, diziam: Vede, chama por Elias.
E um deles correu a embeber uma esponja em vinagre e, pondo-a na ponta de um caniço, deu lhe de beber, dizendo: Deixai, vejamos se Elias vem tirá-lo.
Mas Jesus, dando um grande brado, expirou.
E o véu do santuário rasgou-se em duas partes do alto a baixo.
O Centurião que estava em frente dele, vendo que assim expirava, disse: Verdadeiramente este homem era o filho de Deus" (Marcos 15.33-39)

Comente sobre o que Deus fala com você nesta passagem...
Na fé,
Deus abençoe a todos.

23 de março de 2011

Purificados para Adorar

Malaquias 3:3 - E assentar-se-á como fundidor e purificador de prata; e purificará os filhos de Levi, e os refinará como ouro e como prata; então ao SENHOR trarão oferta em justiça.

A purificação é necessária para que o Senhor aceite nossos sacrifícios. Para poder receber a humanidade em Sua presença, foi preciso um meio aceitável de purificação, e Nosso Pai o efetuou enviando Jesus Cristo para derramar seu sangue por nós. Cada alma humana lavada neste sangue é limpa de seus pecados e pode ter paz com Deus (Cl 1.20).

Uma vez purificados, cada gesto nosso feito para glória de Deus, por mais simples que seja, se torna uma oferta de adoração! Adorar não é cantar louvores! Adorar é obedecer aos mandamentos de Cristo (Jo 14.21), e fazemos isso amando, perdoando, servindo e nos dedicando a buscar a face santa do Senhor!

Aprenda a adorar ao Senhor nos gestos simples da vida!

Na fé,
Obr Josìí

21 de março de 2011

Confiança e Fidelidade

Li esse artigo no arcauniversal e achei bastante interessante postá-lo aqui, é muito forte a sua mensagem.

"O nosso cenário de hoje é a terra de Israel. Nossa personagem é Ana e a sua história é de confiança, fé e fidelidade.

Ana viveu no tempo de Juízes, por volta de 1.100 anos a.C (antes de Cristo). O tempo de Juízes foi marcado pelo materialismo, crueldade e corrupção religiosa; no entanto, Ana se destaca por sua bondade e temor a Deus. Ela morava na região montanhosa de Efraim, a cerca de 9 quilômetros de Jerusalém.

Ana era casada com Elcana, que tinha outra esposa, Penina. Embora fosse amada por seu marido, Ana sofria por ser estéril. A esterilidade era considerada uma desgraça, um sofrimento. E, como se não bastasse, ela ainda tinha que conviver com as provocações de sua rival.

O que Ana fazia diante da dor? Ela orava. O que fazia diante das provocações da rival? Orava. O que fazia diante de qualquer situação? Orava.

Anualmente ela ia ao tabernáculo oferecer sacrifícios, mas, ano após ano, ela não via o seu sonho ser realizado. Outra pessoa desistiria, mas não Ana, que, em vez de dar-se por vencida, chorou abundantemente diante de Deus, fazendo um voto com Ele. “...Senhor dos Exércitos, se benignamente atentares para a aflição de tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva te não esqueceres, e lhe deres um filho varão, ao Senhor o darei por todos os dias de sua vida, e sobre a sua cabeça não passará navalha.” (1 Samuel 1:11)

Quando Ana levantou-se, o rosto dela já não era mais triste. Ela tinha certeza de sua vitória.

Deus atendeu ao pedido de Ana, que gerou Samuel. Ela cumpriu o seu voto e assim que o menino foi desmamado (as israelitas desmamavam os filhos por volta dos três anos de idade), o levou à casa do Senhor.

Por meio dessa atitude, Ana mostrou reverência e obediência a Deus, o que, mais tarde, faria toda a diferença na vida de Samuel.

Ao entregar o filho, Ana o fez com alegria. No capítulo 2 podemos ver a felicidade dela em dar a Deus o que havia prometido. “...O meu coração se regozija no Senhor. A minha força está exaltada no Senhor; a minha boca se ri dos meus inimigos, porquanto me alegro na tua salvação.” (Samuel 2:1)

Ana alcançou graça diante de Deus e ela recebeu infinitamente mais. Depois de Samuel, ela teve mais cinco filhos (leia 1 Samuel 2:21).

Lições

Ana era uma mulher de oração.

Por muito tempo ela orou, clamou, foi humilhada por Penina, mas, em vez de reclamar, dobrou o joelho e humilhou-se diante de Deus.

Outra questão importante: Qual a área de nossa vida que está estéril, e não tem dado frutos? Através do que vimos na vida de Ana, quando chega a hora de Deus agir, Ele pode dar infinitamente mais do que pedimos.

Temos que perseverar naquilo que queremos. Ana foi perseverante. Ela não desistiu, mostrando que uma mulher de fé confia realmente nas promessas de Deus.

Que exemplo ela nos deixa? Que em vez de reclamar da vida, por que não oramos? Que em vez de brigar, de retrucar, por que não abrir o coração e derramar toda a nossa queixa diante do Altíssimo? Que assim como Ana, sejamos também pessoas de oração.

Qualidades de Ana:

- Ela era uma mulher de fé;

- Persistente na oração;

- Não retrucava as provocações;

- Mulher fiel, cumpridora de seu voto;

- Tinha compromisso com Deus;

- Era humilde."


Grande Lição, com certeza.

Na fé, Obr Josìí

14 de março de 2011

Leão selvagem



Há o leão selvagem e o leão do Zoológico. O leão do Zoológico, não precisa caçar, não precisa se defender, não corre nenhum risco. Inclusive, possui toda uma estabilidade. Todos os dias, naquela mesma hora, o tratador traz uma carne seleta contendo todos os nutrientes para luzir um pelo saudável e manter a musculatura resistente. Por outro lado, o selvagem,toma chuva e sofre com o sol desértico. Se quiser comer tem que caçar; sempre sofre o risco de se deparar com situações que terá que se defender para manter-se vivo, e não tem o pelo tão bem cuidado.
Olhando sob o aspecto lógico, o leão do Zoológico vive muito melhor que o selvagem, mas há um problema, ou vários: o leão do Zoológico não escolhe o que come – alguém escolhe por ele –, não tem liberdade, está sempre limitado pelas grades, é admirado, mas incapaz de sobreviver se tiver que voltar à vida selvagem. Já o leão da selva, acima de tudo, é livre, vai e vem aonde quer, come o que quer; hoje come um pato, amanhã um cervo, depois um javali… Ninguém lhe impõe aonde vai, o que come, ou o que faça. Ambos são leões, mas um é selvagem, não depende de ninguém, vive a cada dia como um desafio de ter que vencer para viver.
Ora, e não é o mesmo que acontece a uma grande maioria dos cristãos que, antes de conhecer a Deus eram "leões selvagens", não temiam, eram ousados, e muitos até tinham a audácia de agir à margem da lei? Porém, hoje, que realmente são livres e poderiam "partir para cima" de seus objetivos, serem ousados para o que é justo e de direito, se fizeram como leões de Zoológico, e estão acomodados à espera que Deus (o tratador) venha trazer tudo o que precisam. Estão limitados, presos nas "grades" da religiosidade. São leões, têm natureza de leão, senso de leão, mas se tornaram leões de Zoológico.

(Autor Desconhecido)

7 de março de 2011

Vaidade

Uma mulher foi levada às pressas para o CTI de um hospital. Lá chegando, teve a chamada “quase morte”, que é uma situação pré-coma, e neste estado, encontrou-se com a morte:

– Que é isso? – perguntou – Eu morri?

– Não, pelos meus cálculos você morrerá daqui a 43 anos, 8 meses, 9 dias e 16 horas.

Ao voltar a si, refletindo quanto tempo ainda tinha de vida, resolveu ficar ali mesmo, naquele hospital, e fez uma lipoaspiração, uma plástica de restauração dos seios, plástica no rosto, correção no nariz, na barriga, tirou todos os excessos, as ruguinhas e tudo mais que podia mexer para ficar linda e jovial.

Após alguns dias de sua alta médica, ao atravessar a rua, veio um veículo em alta velocidade e a atropelou, matando-a na hora.

Ao encontrar-se de novo com a morte, ela perguntou, irritada:

– Puxa, você me disse que eu tinha mais 43 anos de vida. Por que morri depois de toda aquela despesa com cirurgias plásticas???

E a morte aproximou-se bem dela e, olhando-a diretamente nos olhos, respondeu:

– CRIATURA , NÃO TE RECONHECI !!!

... não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas.
2 Coríntios 4.18

*Texto do site do Bispo Macedo