4 de abril de 2013

Sobre a Carne - Na Prática I


Enquanto eu escrevia o texto de ontem, me vinha vários assuntos à cabeça referente a carne e o pecado e isso discorre um grande texto.

Eu encerrei o texto dizendo para que você tome uma atitude em relação a tudo o que tem acontecido. Quando o pecado vier, que você pense ao invés de sentir. Pois bem, falando em sentir, você deve lembrar bem o que sente depois da prática do pecado. Posso descrever aqui com todas as letras porque também passei por isso. Aliás, eu não costumo escrever o que me falam, eu prefiro compartilhar experiências que eu já vivi e sofri. É mais fácil me colocar no seu lugar para te orientar sobre o que fazer....

Vamos ao primeiro quadro do que pode vir acontecer agora:



Ok, você foi ontem à Igreja e teoricamente se concertou. Seus olhos se abriram e você tomou uma atitude. Saiu muito bem da reunião, seus olhos chegaram a brilhar e seu sorriso estava no canto da orelha de tanta alegria! Mas aí você voltou pra realidade. De volta pra casa, você se depara com o seu mundo verdadeiro. Agora é a hora de colocar em prática o que aprendemos ontem aqui no blog, e também o que aprendemos na reunião de quarta-feira. Você decide então não pensar em nada que agrida a sua fé, você quer mudar realmente.
Liga a IURDTV ou coloca suas músicas de fé preferidas no pc. Mas seu telefone toca...você olha e lá está o pecado te chamando. Você fica nessa de será a ultima conversa”, vou apenas me despedir afinal eu não quero mais, quer dizer, eu quero, mas não posso, e o pecado continua te chamando – você fala “tá amarrado, mas seu coração a mil por hora parece que vai sair pela boca, e você sente aquela sensação boa de imaginar tudo que pode acontecer se você simplesmente dizer: Alô! E acaba sendo levada pela emoção, pela circunstância e lógico pelo pecado. Ali você joga pro ralo tudo que você disse no Altar, tudo que você conversou com Deus; todas as suas lágrimas diante de Deus foram apenas lágrimas que caíram dos olhos levadas pelo remorso na hora da busca por reconhecer que não merece nada de Deus e só. 

Este é um exemplo simples, para ilustrar o que pode vir acontecer – talvez seu caso seja outro. Talvez seu pecado more dentro da sua própria casa, talvez seja algo pela internet, cabe a você saber identificar e tomar uma atitude e manter de pé, o voto feito anteriormente. Lembrando que o que eu relatei acima, são experiências que eu mesma já vivi além de outras parecidas, para que você saiba que eu não estou inventando, mas sim querendo mostrar que tem jeito.

Então você atendeu e ficou toda confusa com uma voz sem graça, não sabe se diz tá ligado ou ta amarrado e vai levando fingindo estar tudo bem. Até que você entra no embalo da conversa e é levada no papo de satanás. Sua alma já se satisfaz porque embora no seu intelecto você saiba que não deveria estar nesse papo, seu coração se alegra, no fundo você se sente bem quando está com ele (a) porque ele (a) te elogia, te coloca lá em cima (bem no topo para que a queda seja fatal) rs – continuando, ele (a) te faz bem, te deixa “feliz”, faz muito bem para o seu ego. Chega até dizer que te ama. Você com aquele sorriso sem graça diz eu também, mas morrendo de vontade de desligar, de dar um basta porque você sabe no seu intelecto, que está tudo errado. Esse seria o momento da escolha. Agora seria a hora de dividir as águas minha amiga (o). Ou você arruma coragem e seja radical tomando uma atitude para sempre, ou você continua nesse chove não molha, arriscando morrer e parar no colo do capeta.

Quando eu passei por isso, aconteceu quase igual a descrição acima. Mas eu tinha pena da pessoa, não queria ser mal educada, grossa, não não jamais....eu não era assim. Ele não iria me reconhecer se eu fizesse isso, o que ele iria pensar de mim? Então eu fui mais prática. Doeu demais, pois eu o amava.

Quer saber então como fazer?
Continua Amanhã... 





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